Administradas pelo DEM, Curitiba e Florianópolis estão entre as melhores capitais do país para se viver - Democratas

Administradas pelo DEM, Curitiba e Florianópolis estão entre as melhores capitais do país para se viver

15 fevereiro 2021

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Curitiba é a melhor capital para se viver no país, de acordo com o Índice Desafios da Gestão Municipal (IDGM), divulgado nesta terça-feira (9/2) pela revista Exame.

O índice é elaborado pela consultoria Macroplan e leva em consideração 15 indicadores nas áreas de Educação, Saúde, Segurança e Saneamento Básico das cem maiores cidades brasileiras.

Curitiba obteve índice 0,733 e foi seguida, entre as capitais, por Vitória (ES), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP) e Florianópolis (SC).

Desde a primeira edição do IDGM, em 2009, a capital paranaense galgou sete posições; no ano passado havia ficado em segundo lugar entre as capitais. O ranking de 2021 tem como base os dados de 2019.

Destaques

Na área de Saúde, Curitiba se destacou com o registro da taxa de mortalidade de 6,5 por mil nascidos vivos em 2019, com uma redução de 27% em uma década.

O levantamento ainda mostra os 90,9% de bebês cujas mães fizeram sete ou mais consultas pré-natal na cidade, média maior que as demais cidades pesquisadas.

Ambos resultados têm são reflexo de ações da Prefeitura como os investimentos para a reestruturação do Rede Mãe Curitibana Vale a Vida, que ganhou novos protocolos para o pré-natal.

Já na área de saneamento, Curitiba se destaca no IGDM om o amplo alcance dos serviços de coleta de resíduos domiciliares, abastecimento de água e atendimento de esgoto – tópicos em que capital paranaense teve a melhor a avaliação entre todos os municípios.

De acordo com Adriana Fontes, economista sênior da Macroplan e coordenadora do levantamento, citada pela revista Exame, sustentabilidade ganhou força e passou a ser um aspecto importante para os investimentos nos municípios.

No setor de Educação, o levantamento aponta que Curitiba alcançou 6,5 pontos no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica do Ensino Fundamental I e 5,0 pontos no Ensino Fundamental II da rede pública, nota maior que a média dos cem maiores municípios.

Na capital paranaense, o atendimento de crianças de 0 a 3 anos matriculadas é também maior do que a média, mostra o estudo.

Em segurança, o estudo aponta a redução de 42 para 16,5 homicídios por 100 mil habitantes, entre 2009 e 2019, ano em que a cidade teve uma taxa menor que a média no país.

Floripa

Florianópolis está na 21ª melhor posição entre os 100 maiores municípios do Brasil no ranking do Índice dos Desafios da Gestão Municipal (IDGM). O município perdeu 9 posições na década e ganhou 2 posições na comparação com o último ano. Entre as quatro áreas analisadas, Florianópolis teve sua melhor posição em Saúde: 1ª posição. A posição nas outras áreas foi: 19ª em Segurança, 39ª em Educação e 56ª em Saneamento e Sustentabilidade. Na última década, a cidade melhorou sua posição no ranking em 1 área, e perdeu posições em 2 áreas: Educação (-22 posições); Saúde (sem alteração de posição); Segurança (+9 posições); e Saneamento e Sustentabilidade.

Estima-se que 100,0% da população de Florianópolis tenha sido atendida por serviço de coleta de resíduos domiciliares em 2019, percentual maior que a média dos 100 maiores municípios do Brasil analisados nesse ano. Esse resultado colocou a cidade na 1ª melhor cobertura entre as analisadas. O município ocupava a 53ª posição em 2009, com uma taxa de cobertura igual a 98,0%.

Outra dado importante sobre a capital de Santa Catarina é em relação à segurança pública. A taxa de homicídios em Florianópolis variou de 18,9 para 10,2 por 100 mil habitantes entre 2009 e 2019. Nesse último ano, a cidade apresentou uma taxa menor que a média dos 100 maiores municípios do Brasil, ocupando a 29ª melhor posição no ranking. O número de homicídios em Florianópolis passou de 77, em 2009, para 51, em 2019, uma variação de -33,8% no período. As maiores vítimas de homicídios no município são homens, 88,2% em 2019, brancos, 70,6%, e jovens, 52,9%. Ademais, estima-se que 62,7% dos homicídios no município nesse mesmo ano tenha envolvido o uso de arma de fogo.

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