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Gestores do DEM priorizam o social durante a pandemia

16 março 2021

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Em 12 de março, o Brasil completou um ano após a primeira morte de um brasileiro pelo coronavírus e o início de uma pandemia que se alastra até os dias de hoje. Pessoas em situação de rua e moradores de comunidades, já consideradas em situação de vulnerabilidade social, se tornaram ainda mais expostas aos riscos de saúde, principalmente por não terem condições mínimas de manterem o isolamento social.

Nas cidades administradas pelo Democratas, os gestores tiveram como prioritária a adoção de políticas sociais para acolher essas milhares de famílias que foram as mais afetadas pela pandemia. São vários os projetos adotados pelos nossos governadores e prefeitos em todo o país. Os danos socioeconômicos às pessoas mais vulneráveis foram imensos, e, devido ao aumento do desemprego e à baixa contratação para trabalhos informais, os riscos sanitários se tornaram ainda maiores.

A prefeitura de Salvador é um exemplo de apoio às populações vulneráveis. O prefeito Bruno Reis (DEM) anunciou a ampliação do serviço de fornecimento de quentinhas nos restaurantes populares da capital. Com a medida, haverá a ampliação do fornecimento de 700 para mil quentinhas. “Durante a pandemia, os números que a Prefeitura vem investindo na área social são expressivos. Já foram 680 mil refeições que nós distribuímos em Salvador e quase 1,8 milhão de cestas básicas. Também pagamos mais de R$61 milhões do auxílio emergencial através do programa Salvador por Todos”, destacou Bruno.

No Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes (DEM) realizou desde o início do ano 1.236 acolhimentos e mais de 13 mil atendimentos à população em situação de rua. Segundo a prefeitura, nesses mais de 13 mil atendimentos foram feitas ações de conscientização sobre o combate à Covid-19 em 102 comunidades e periferias, formação de parcerias para reformar abrigos e desenvolvimento de programas que configurem portas de saída para a população vulnerável do Rio, em especial jovens e adolescentes. “Nossas metas são as da Política Nacional de Assistência Social, que é fruto da legislação. Portanto são a reinserção social e a inclusão das populações mais vulneráveis, sejam elas crianças, adolescentes, idosos, famílias. Especialmente a população em situação de rua e as que estão em situação vulnerável em função da pandemia e do fim do auxílio emergencial – explicou a secretária Laura Carneiro (DEM) (foto acima), que trabalha na implementação de um fluxo integrado entre diferentes serviços e órgãos, para que os que precisam tenham acesso à rede e aos benefícios assistenciais.

Em 14 de janeiro deste ano, a prefeitura do Rio também lançou o projeto Resenha Contra Covid-19, que treina lideranças comunitárias para divulgar boas práticas da prevenção ao coronavírus em comunidades e periferias e combater as fake news. Em duas semanas o projeto percorreu 102 comunidades e formou 360 lideranças.

 

PROJETO PASSARELA DA CIDADANIA

Pessoas em situação de rua em Florianópolis continuaram a ser acolhidas pela prefeitura mesmo com todos os problemas e dificuldades trazidos pela pandemia. A gestão do prefeito Gean Loureiro (DEM) agiu rapidamente para aplicar os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19 e como consequência, manter os serviços de acolhimento, alimentação e higiene oferecidos pelo projeto Passarela da Cidadania, que atende pessoas em situação de rua no município.

Cerca de 200 pessoas são atendidas diariamente pelas equipes de colaboradores e voluntários no projeto. No local, são oferecidos os serviços de alimentação, pernoite, banho e corte de cabelo. Durante a pandemia, os acolhidos recebem máscaras de proteção individual e orientações sobre como devem se cuidar para prevenir o contágio pelo coronavírus. Nos dormitórios, há distanciamento social de um metro e meio entre as camas, e as atividades ao ar livre são prioridade. Recentemente, a Passarela recebeu 50 novas camas de madeira, para substituir os paletes utilizados anteriormente.

 

250 MIL CESTAS BÁSICAS

Em Goiás, o governador Ronaldo Caiado (DEM) anunciou esta seman uma nova distribuição de cestas básicas.  Este ano, o estado distribuirá 250 mil cestas básicas e R$ 28 milhões para ações sociais. Os 246 municípios goianos serão comtemplados. Haverá, ainda, entrega de 200 mil máscaras N 95 aos usuários do transporte coletivo da região Metropolitana de Goiânia e aumento no número de refeições servidas pelo Restaurante do Bem nas 13 unidades do Estado. Além disso, será mantida a distribuição de 150 toneladas de frutas e verduras pelo Banco de Alimentos da OVG, beneficiando 500 famílias por mês.

De acordo com a coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais e presidente de honra da OVG, primeira-dama Gracinha Caiado, a grave situação da pandemia no País reforça a preocupação com as desproteções sociais.

“Vivemos hoje o momento mais difícil da pandemia no Brasil e os gestores precisam tomar medidas para impedir a disseminação do vírus e proteger as famílias, em especial aquelas em situação de vulnerabilidade. Desde o primeiro momento dessa pandemia, a segurança alimentar foi uma preocupação do governador Ronaldo Caiado. Mantivemos os Restaurantes do Bem e o Banco de Alimentos em pleno funcionamento; a Secretaria de Educação retomou no mês passado a entrega dos kits alimentação a todos os 510 mil alunos da rede e, agora, teremos mais cestas básicas para levar a todos os municípios. É a responsabilidade do governador com o povo goiano, salvando vidas e amparando aqueles que mais precisam”, explica.

O governador Ronaldo Caiado também autorizou esta semana a liberação de R$ 28 milhões para o cofinanciamento estadual para o Sistema Único de Assistência Social (Suas). Esse recurso poderá ser usado pelos municípios para execução de ações socioassistenciais e de estruturação da rede Suas durante a pandemia da Covid-19. O Cofinanciamento Estadual do Suas é efetivado por meio do Fundo Estadual da Assistência Social (Feas).

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